terça-feira, 25 de junho de 2013

Transformice- O Quarto 666

Transformice - O Quarto 666

Antes de começar, quero dizer que já se passaram três meses desde o ocorrido. Só agora tive coragem de ligar novamente meu computador. Eu tenho que contar o que aconteceu comigo, para que não aconteça nada a mais ninguém.

Transformice é um jogo online mega viciante criado em 2010. Você controla um rato, e seu objetivo é pegar o queijo e entrar na toca em primeiro lugar. Aparentemente é bem simples, mas a dificuldade devido ao nível de habilidade dos jogadores acaba deixando-o bem divertido.

Eu costumava jogar esse jogo nas madrugadas de sábado para domingo, já que não iria trabalhar no outro dia, e como estava sem sono e não há absolutamente nada para fazer nessas horas, era um bom passatempo.

Era por volta de 1:36 da manhã quando eu loguei na minha conta. Como grande parte dos jogadores são pré-adolescentes, não se espera ver muita gente online a essa hora. Então eu poderia jogar tranquilo na sala 1, que geralmente é bem cheia na parte da tarde. Tinha cerca de 22 ratos lá.

Continuei jogando até mais ou menos 2:42 da manhã, e já estava pronto para parar por aqui. Só estava esperando ser Shaman pela última vez para desligar o computador e ir para a cama. Porém, do nada, apareceu a tela de "carregando" do jogo e meu rato foi direcionado a outra sala. No início não estranhei, já que isso já havia acontecido outras vezes. Na sala, só haviam dois jogadores: eu e outro, que usava o nickname de "Haunteduser". Já que todas as outras salas que eu costumava frequentar estavam vazias, resolvi ficar por lá mesmo e treinar um pouco. E foi aí que as coisas começaram a ficar estranhas.

O Haunteduser, que permanecia calado durante a passagem de cinco mapas, me enviou uma frase por cochicho, a maldita frase que não sai dos meus pesadelos desde então.

"E quando o relógio badalar o reverso da ressurreição, o prenúncio do sacrifício pela existência do maligno será anunciado."

Obviamente não entendi nada, então respondi apenas com um ponto de interrogação. Então ele continuou, agora no chat da sala, enviando algumas frases que não faziam o menor sentido, seguido de vários floods do número "666". Por coincidência, notei que eu estava na sala 666, não havia notado antes. E depois de soltar algumas frases estranhas, como "There's no hope..." (Não há esperança..) e "Malicious boy..." (Garoto maldoso...) várias vezes, percebi que era apenas um idiota metido a satanista fazendo gozação comigo.

Resolvi ignorá-lo e continuar jogando. De repente, ele soltou mais uma frase:

"O que acontece quando uma alma inocente é lançada ao inferno?"

Ignorei novamente, até que ele disse o nome da minha namorada: "Melissa...", o que me fez dar um pulo da cadeira. Meio assustado, perguntei: "Quem é você?". Nenhuma resposta. "Responda, desgraçado! Qual é o problema?". Novamente nenhuma resposta. "Diga logo quem diabos é você!". Foi então que ele finalmente me respondeu: "Está com medo, Tom?" Como ele sabia o meu nome? Fiquei completamente aterrorizado, e perdi a cabeça "Você acha isso engraçado? Huh? Responda maldito! Eu vou acabar com a sua raça, seu filho de uma puta!" Não obtive nenhuma resposta aos insultos. E não obtive respostas por mais ou menos dois minutos.

Achando que ele não responderia, resolvi desistir e apenas fechar o jogo e acabar com a brincadeira de mal gosto. Mas, para a minha surpresa, quando tentei fechar a página do meu navegador, eu não conseguia. Tentei atualizar a página, porém o jogo permanecia alí. Tentei até desligar o computador, porém um som de "tum" agudo indicava que isso não era possível. Já estava pronto para desligar o computador pelo estabilizador, quando Haunteduser soltou mais uma sequência de palavras sem sentido.

"Não há esperança, Tom..."
"Maligno..."
"Menino maligno..."

E disse uma última coisa antes de sair: "É melhor se preparar, Tom. A alma dela agora é minha."
Antes de que eu pudesse perguntar sobre o que ele estava falando, ele saiu da sala. Fiquei sozinho. Quando olho no relógio, ele marca exatamente 3 da manhã. De repente, o telefone toca, e é o irmão da minha namorada, dizendo que ela passou mal no meio da noite e foi levada para o hospital.

Me troquei o mais rápido possível e fui até o hospital em que ela estava internada. Assim que acabara de chegar, sua mãe estava se desmanchando em lágrimas. Seu pai estava sentado no sofá da sala de espera, com as mãos juntas perto da boca, e os olhos vermelhos e cheios de lágrimas. Seu irmão esmurrava as paredes enquanto chorava desesperadamente, e os enfermeiros tentavam segurá-lo. Foi então que o médico chegou perto de mim, e disse que Melissa teve uma parada cardíaca e não resistiu. Ela estava morta.

Naquela noite eu não consegui dormir. Nem nas noites seguintes. Aquela maldita profecia feita por aquele maldito sádico assombrou os meus pesadelos por várias e longas noites.
O corpo de Melissa foi levado para o IML para saber a causa da morte, que até então era desconhecida. Ela não tinha nenhuma doença cardíaca, nem fumava ou bebia, o que deixou os médicos extremamente intrigados.

Ainda hoje me pergunto quem era aquele cara. Seria algum demônio que me amaldiçoou com uma profecia terrível, ou algum conhecido que só estava realmente gozando da minha cara e tudo aquilo não passava de uma coincidência macabra?

Passou-se uma semana após a morte de Melissa. Sua mãe me telefonou, avisando sobre a data do vélorio. Lá estavam todos os nossos amigos, cabisbaixos, vestidos a caráter luto. Então sua mãe chegou perto de mim, com um envelope em suas mãos, que logo me entregou, com uma expressão séria. Meio sem entender, abri o envelope. Era o resultado dos exames de Melissa do IML. Comecei a ler, e não pude acreditar no que meus olhos estavam vendo. Na segunda linha, do segundo parágrafo do exame, dizia: "Causa da morte: Infecção por mordidas de rato."

Slenderman

Slenderman - Algo que pode ser traduzido como Homem Alongado ou Homem Esguio, vem assombrando não só a mente de vários curiosos dos Estados Unidos (Onde a lenda urbana teve início), mas do mundo inteiro.
Com uma aparência extremamente delgada, alta, sem rosto; Slenderman era conhecido principalmente por sequestrar e matar crianças inicialmente e depois perseguir adultos e adolescentes, perseguia sua vítima por toda vida até a mesma perder a razão.
Após a grande repercussão desta lenda urbana, Slenderman foi apontado pelos ufológos como um possível extraterreste em interesse de fazer experiências biológicas com os corpos das vítimas.
Para algumas pessoas, o Slenderman é movido pelo desejo interminável de matar. Para outras pessoas, ele necessita absorver os corpos de suas vítimas para sua própria sobrevivência, talvez este seja o motivo pelo qual seus corpos nunca foram encontrados. Ainda, outras pessoas acreditam que, após matar suas vítimas, a criatura diabólica as leva para seu lugar de origem; o que seria um tipo de realidade paralela ou outro mundo.
Vários relatos de pessoas que alegavam ter visto a criatura apareciam sucessivamente e a lenda ia tornando mais forma. Um dos relatos mais famosos é a de "Mary", que aceitou ser hipnotizada em um programa de TV americano e gritava com horror:
"Ele não tem rosto! Ah meu Deus, ele não tem rosto! Os braços dele! Eles estão se esticando, vindo para mim, oh, não... Socorro!"
A história percorre o mundo até hoje e muitos juram de 'pés juntos' que estiveram na presença deste ser demoníaco.

Medo de Palhaços

Eu morro de medo de palhaços então ,resolvi procurar alguma coisa que explicasse o meu medo,achei isso e resolvi postar aqui.Dá uma olhada:

O medo de Palhaços 

O ser humano possui inumeros medos, considerados fobias que causam grande panico em diferentes pessoas, nem sempre o que é motivo de medo para alguem, é de mesmo motivo para outra pessoa diferente.

Um destes motivos que não parecem causar medos são os Palhaços, e mesmo com suas cores vivas, rostos alegres e brincadeiras infantis, causam grande panico em um bom numero de pessoas.


Essas pessoas possuem um fobia especifica a "Coulrofobia", essa fobia se da ao medo patólogico à os palhaços. Há pessoas quem tem verdadeiros surtos psiquiatricos quando estão na presença, ou simplesmente, veem um palhaço na sua frente.

Foi usado durante um bom tempo a figura de palhaços em casos hospitalares, pois acreditavam que eles poderiam ajudar no tratamento de crianças. Porem logo foi percebido que muitas dessas crianças tinham a imagem do palhaço de forma negativa, fazendo com que esse medo surja de ulgum tipo de trauma de infancia, ou qualquer outra coisa ligada a memória.

Os maiores numeros de casos estão presentes nas crianças, podendo ter casos em adolescente e até mesmo adultos ao depararem-se com algum indivíduo vestido de palhaço, os portadores dessa fobia tem ataques de pânico, perda de fôlego, arritmia cardíaca, suores e náusea.

Para realmente comprovar se você possui ou não Coulrofobia, deixamos um grande presente para vocês

Teke Teke

Teke Teke 

Teke Teke é uma lenda muito conhecida e temida do Japão. A lenda fala de uma menina que foi cortada ao meio ao cair nos trilhos de um trem. Como ela ficou durante muito tempo nos trilhos agonizando em seu sofrimento, Teke-Teke, se tornou um "espirito vingativo" que perambula pelo Japão. Este espírito é conhecido por carregar uma foice e de vir se arrastando pelo chão, batendo seus cotovelos no solo, fazendo os ruídos “teke,teke,teke”, daí deu-se o seu nome.

Conta-se no Japão que certa vez um menino estava saindo da escola a noite, quando ouviu um estranho barulho atrás dele. Quando se virou viu uma linda menina na janela, ela apoiou os braços no parapeito enquanto olhava para ele. O menino perguntou para a menina o que ela fazia naquele local, já que ali era uma escola para meninos, neste momento a menina pulou da janela e caiu no chão, o menino ficou apavorado ao ver que ela não tinha a parte inferior do corpo. Foi então que a menina começou a fazer o som teke-teke enquanto se arrastava em direção a ele, que de tão apavorado não conseguia se mexer. A menina então, com sua foice partiu o garoto ao meio, imitando sua própria desfiguração. A lenda já inspirou dois filmes, “Teke Teke” e “Teke Teke 2", em 2009.

Se existe Nova Zelândia,onde fica a "velha"?

Se existe a Nova Zelândia, onde fica a "velha"?

Na região dos Países Baixos, na Europa. Na verdade, esta ilha dinamarquesa, datada de 1300, não leva o "velha" na frente, mas chama-se Zelândia. Junto com a Holanda, eram as duas maiores províncias marítimas dos Países Baixos.De lá, por volta de 1640, partiram os colonizadores da Oceania. Quando os exploradores aportaram no novo continente, denominaram as duas maiores ilhas como "Nieuw Holland" e "Nieuw Zeeland" (em holandês), em homenagem à terra natal. O nome de Nova Zelândia perdura até hoje, mas, em 1824, a "Nova Holanda" foi renomeada como Austrália.

NOVA DE VERDADE

O prenome do município de Nova Timboteua (PA) não é à toa. Durante as primeiras décadas de 1900, a cidadela paraense de Timboteua se extinguiu devido à estrada de ferro que fora construída lá perto. Anos depois, um novo povoado tomou forma na mesma região e os habitantes decidiram rememorar o nome da cidade fantasma.

HOMENAGENS DISTANTES

Outros exemplos de "novas" cidades e a origem de seu nome.

COLONIZAÇÃO

Os nomes de muitos lugares do continente americano são referência às cidades do Velho Mundo, de onde vieram seus colonizadores.
Cidade - Veio de...

Nova York (EUA) - Yorkshire (Inglaterra)

Nova Orleans (EUA) - Orleans (França)

Nova Friburgo (RJ, Brasil) - Friburgo (Suíça)

Novo Hamburgo (RS, Brasil) - Hamburgo (Alemanha)

SEMELHANÇA

Alguns municípios brasileiros fundados por movimentos migratórios foram nomeados por se parecerem com outras cidades.

Cidade - Veio de...

Nova Maringá (MT) - Maringá (PR)

Novo Progresso (PA) - Progresso (RS)

Novo Horizonte (SP) - Belo Horizonte (MG)
Curiosidade: A cidade brasileira de Nova Iorque (MA) é um aportuguesamento da gringa.

Semáforo para Daltônicos

Já existe um semáforo para quem não enxerga cor


As pessoas que não enxergam cores ou daltônicos foram a inspiração das estudantes Paloma Bellatrix e Bianca Ochsenhofer do curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica, da Fundação Educacional Inaciana (FEI) em São Bernardo do Campo para criar um semáforo que funciona (muito bem) para quem não enxerga.
Hoje a legislação brasileira impede que pessoas com dificuldade para identificar as cores do semáforo dirijam. Mesmo assim, muitos daltônicos (os principais afetados pela regra) tiram carteiras de habilitação e dirigem todos os dias por aí.
A ideia surgiu quando um amigo das estudantes comentou que, apesar de ser daltônico precisava encarar o trânsito. No entanto o motorista tinha dificuldade para identificar os estágios do semáforo (verde, amarelo e vermelho); isso porque os equipamentos na cidade de São Caetano, onde ele dirige, são posicionados na horizontal, o que dificulta a observação do motorista daltônico.
Para responder a este tipo de necessidade as estudantes criaram o “Detector de estado de semáforo”.
O protótipo mostra para o motorista, de forma escrita, o estado do semáforo.
A criação funciona a partir de dois circuitos: o primeiro fica no próprio semáforo, de onde os estados são enviados via wireless (internet sem fio) para um segundo circuito, que é fixado no carro e serve para captar os sinais e decodificá-los. Para evitar transtornos em cruzamentos, o sensor do carro identifica a posição do veículo em relação ao norte magnético da Terra e, baseado nisso, decide de qual dos semáforos vai captar a informação.
As engenheiras pensam em melhorar o protótipo e colocá-lo no mercado, mas ainda faltam patrocinadores ou empresas que invistam na ideia.
O objetivo é adaptar o equipamento para incluí-lo em sistemas GPS com avisos sonoros, para que a pessoa escute o estado do semáforo ao invés de ler no equipamento. Desta forma o projeto poderá ajudar não só os daltônicos, mas também pessoas com visão normal, quando o motorista não consegue identificar o estado do semáforo por causa da neblina ou quando incide muita luz sobre o semáforo.


Qual é o truque dos ventríloquos?

Qual é o truque dos ventríloquos?

ara fazer um boneco "falar", o ventríloquo precisa movimentá-lo em sincronia com a sua voz, emitida sem mexer os lábios. A neurociência explica como o espectador é enganado: quando o som e os movimentos da boca do boneco acontecem ao mesmo tempo, a tendência é associá-los inconscientemente - o mesmo ocorre quando assistimos TV e achamos que o som vem dos lábios de quem está na tela e não dos alto-falantes.
Acredita-se que a prática da ventriloquia tenha começado em torno de 300 a.C., na Grécia antiga, usada por oráculos para simular a voz dos deuses. Na Idade Média, a técnica foi associada à bruxaria e, no século 16, começou a aparecer em shows de mágica. Só no fim do século 19 ganhou o formato atual, com fantoches divertindo a audiência com histórias e piadas.

EFEITOS ESPECIAIS

Ilusões sonoras e visuais dão vida a bonecos falantes.

LÁBIOS IMÓVEIS

Falar sem mexer a boca, com lábios entreabertos, requer fôlego e treino. Iniciantes começam a praticar falando vogais em frente ao espelho, sempre inspirando fundo e soltando o ar devagar.

TROCA LETRAS

Pronunciar letras como "p", "b", "m" e "f" sem mover os lábios é difícil. Nesses casos, a saída é falar "nãe" em vez de "mãe" e "tato" em vez de "pato", por exemplo. No meio de outras palavras, ninguém percebe a diferença na pronúncia.

OBJETO VIVO

Pequenas ações do boneco, como balançar a cabeça, iludem a plateia, fazendo-a associar os sons com os movimentos. Além disso, na hora da "fala", o ventríloquo olha fixo para ele, conduzindo o olhar do público.

IDENTIDADE VOCAL

Desenvolver uma voz para o boneco é fundamental para que a plateia acredite que é ele quem está falando. A entonação precisa combinar com o perfil do personagem e, ao mesmo tempo, ser bem diferente da voz do ventríloquo.

ROTEIRO É TUDO

O texto precisa ser decorado, com as palavras mais difíceis ensaiadas várias vezes. O processo ajuda o ventríloquo a esquecer que está falando consigo mesmo e dar naturalidade ao diálogo.

Curiosidade: Alguns ventríloquos fazem a voz do boneco enquanto fingem beber água. O truque é feito com um copo especial, usado em números de mágica.